sexta-feira, 2 de junho de 2017

O Ideal de Perfeição do Renascimento



Você sabe o que significa a palavra renascimento?
O Renascimento foi um período de renovação cultural com grande produção artística e científica, que ocorreu na sociedade europeia, nos séculos XV e XVI, em decorrência do desenvolvimento do capitalismo. Iniciou na Itália e espalhou-se por outras partes da    Europa.
O Renascimento firmou-se pelo aperfeiçoamento da imprensa, que possibilitou a difusão dos clássicos greco-romanos, da Bíblia e de outras obras, até então manuseadas apenas pelos “monges copistas” dentro de Mosteiros e Abadias.

A decadência de Constantinopla, que provocou um verdadeiro êxodo de intelectuais bizantinos para a Europa Ocidental, e as Grandes Navegações ou Mecanismos de Conquista Colonial, que alargaram os horizontes geográficos e culturais, propiciaram o contato europeu com culturas completamente distintas, contribuindo para derrubar muitas ideias até então tidas como verdades absolutas. Neste período, consolida-se o mecenato, que financiava o trabalho dos artistas, com intuito de projetar o nome de burgueses ricos, príncipes e até papas.

Durante esse período, a cultura greco-romana passou a ser cultivada, o que para os artistas renascentistas, os gregos e romanos possuíam uma visão completa e humana da natureza, ou seja, humanista – valores da Antiguidade, que exaltavam o homem como ser dotado de liberdade, de vontade e de capacidade individual. Porém, o individualismo marcou mais que o Humanismo da Antiguidade. O individualismo renascentista trouxe a ideia do gênio e o ideal passou a ser um homem que se ocupa de todos os aspectos da vida, da arte e da ciência.
Leonardo Da Vinci foi um desses gênios.

Leonardo Da Vinci. Monalisa (1503-1505)
http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/02/monalisa.jpg

O Renascimento instaurou uma nova visão do homem, a sua inteligência, o conhecimento e o dom artístico são valorizados, diferentemente da época Medieval que antecedeu o Renascimento, na qual a vida do homem deveria ser centrada em Deus.
Ocorre uma mudança da visão teocêntrica da Idade Média, na qual Deus era o centro do universo, para uma visão antropocêntrica, em que o homem ocupa esse centro. A perspectiva antropocêntrica trouxe o interesse pela investigação da natureza e o culto à razão e à beleza característica da cultura greco-romana.

Alguns Gênios do Renascimento:
Representantes Artísticos:
-Michelangelo Buonarroti (1475- 1564), destacou-se em arquitetura, pintura e escultura. Principais obras: Davi, Pietá, Moisés, pinturas da Capela Sistina
-Rafael Sanzio (1483-1520), pintou várias madonas, representações da virgem com o menino Jesus
-Leonardo Da Vinci (1452-1519), pintor, escultor, cientista, engenheiro, físico, escritor entre outras coisas. Principais obras: Mona Lisa, Última Ceia.

Representantes Literários:
-Nicolau Maquiavel: O Príncipe, A Mandrágora
-Giovani Boccacio: O Decameron
-Miguel de Cervantes: D. Quixote de La Mancha
-Luís de Camões: Os Lusíadas
-William Shakespeare: Romeu e Julieta, Júlio César, Hamlet, Otelo, entre outras.

Fonte: Arte / vários autores. – Curitiba: SEED-PR, 2006. – 336 p.
ISBN: 85-85380-30-6

segunda-feira, 10 de abril de 2017

A Arte Gótica


O estilo gótico foi na realidade um aprofundamento dos elementos básicos do românico, principalmente no que diz respeito à verticalidade. O clima religioso daquela época favoreceu a construção de edifícios bem mais altos, que refletiam o desejo de uma ascensão espiritual.

De modo depreciativo foi chamada de gótico pelos estudiosos do Renascimento. Eles relacionaram esse novo estilo aos “godos” (povo bárbaro de origem germânica que invadiu o Império Romano e causou grandes destruições). Com o passar do tempo, o nome gótico ficou definitivamente relacionado à arquitetura de arcos ogivais.
O gótico se originou na França e se espalhou por várias regiões. A primeira manifestação gótica ocorreu ao norte de Paris com a reconstrução de abadia de Saint-Denis (1140 – 1144).
Abadia de Saint-Denis (1140 – 1144).https://pt.wikipedia.org/wiki/Bas%C3%ADlica_de_Saint-Denis
A Arquitetura Gótica 

 Conheço algumas características das construções góticas:

 A fachada: A igreja gótica apresenta três portais. No portal central há uma rosácea (vitral circular), presente em quase todas as igrejas construídas entre os séculos XII e XIV.

Fachada da Catedral de Notre-Dame
https://es.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_Notre_Dame_(Par%C3%ADs)

Os arcos: o arco ogival que apresenta uma quebra em sua parte superior, possibilitou a construção de igrejas mais altas, acentuando a impressão de verticalidade.
Vista Interna da Catedral de Salisbury
https://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_Salisbury#/media/File:1023581-Cathedral_Church_of_St_Mary_(10).jpg

As abóbadas: a utilização de arcos ogivais permitiu a construção de abóbadas de nervuras nas igrejas góticas, substituindo, assim, as abóbadas de berço e de arestas usadas na arquitetura românica. 
Os pilares: nas igrejas góticas, as abóbadas eram apoiadas nos pilares ou colunas de sustentação. Com a utilização desse novo tipo de apoio, as grossas paredes e pequenas janelas da arquitetura românica desapareceram e deram lugar a paredes mais leves e grandes vitrais, que proporcionaram uma iluminação peculiar à igreja gótica.
Vista Interna da Catedral de Salisbury https://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_Salisbury
#/media/File:Catedral_de_Salisbury,_Salisbury,_Inglaterra,_2014-08-12,_DD_38-40_HDR.JPG

A arquitetura gótica esteve presente na construção civil, consequência lógica do desenvolvimento das cidades.
Podemos observar o estilo gótico nas mais diversas edificações entre os séculos XIII e XV.

A Escultura 

Assim como a escultura românica, também a gótica estava ligada a arquitetura. As figuras eram grandemente esculpidas de forma isolada, ao contrário das românicas, aglomeradas e entrelaçadas.
As figuras fantasiosas e desproporcionais do estilo românico foram substituídas por figuras mais realistas que retratavam os valores mais importantes daquela época. Elas eram mais eretas e acompanhavam a verticalidades da arquitetura gótica. Contudo, o tema principal continuou sendo religioso.

Detalhe do portal da catedral de Chartres
https://pt.wikipedia.org/wiki/Escultura_do_g%C3%B3tico#/media/File:Chartres2006_077.j




Portal da catedral de Notre-Dame
https://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_Notre-Dame_de_Paris#/media/File:Paris_July_2011-39.jpg
A Pintura Gótica

 Em relação a arquitetura e a escultura, a pintura gótica teve seu nascimento tardio. As primeiras configurações góticas se deram no século XIII e predominâncias até o século XV. As principais características da pintura góticas foram:
Profundidade: diferentemente da pintura românica onde a cena acontecia num único plano, a pintura gótica procurava dar algum movimento as figuras através da postura dos corpos e das paisagens de fundo. Porem, a ilusão de profundidade só se realizou plenamente no movimento que procedeu o gótico: o Renascimento.

Crucificação - Giotto
https://hav320142.files.wordpress.com/2014/10/giotto-di-bondone-crucifix-3-s.jp

Realismo: as figuras são representadas de forma mais detalhadas e realista. O artista tenta reproduzir os seres exatamente como eles são. Contudo, isso só foi possível no Renascimento através dos estudos de anatomia quando a dissecação de cadáveres foi permitida, ante proibição pela igreja.

Fonte:
CALABRIA, Carla Paula Brondi. Arte, História e Produção 2. São Paulo. FTD, 1997.



sábado, 25 de março de 2017

Impressionismo


"Almoço sobre a Relva" de 1863 Édouard Manethttps://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f1/Manet%2C_Edouard_-_Le_D%C3%A9jeuner_sur_l%27Herbe_%28The_Picnic%29_%281%29.jpg   
   
A inovação na forma de pintar teve início com Édouard Manet (1832-1883). Ele utilizou suas cores vibrantes e luminosas, abandonando o método acadêmico de suaves gradações de cores. Em 1863 Manet enviou para o Salão Oficial dos Artistas Franceses a obra “Almoço  sobre a Relva”, quadro que foi rejeitado e severamente criticado pelo comitê de seleção do salão, pois rompia com os critérios morais e estéticos da época. Manet retratou nessa obra duas mulheres, uma delas nua, em companhia de dois homens bem vestidos num piquenique.
Contudo, como muitas obras de outros artistas também foram recusados, eles se organizaram e recorreram ao Imperador Napoleão III, que, sob fortes protestos autorizou no mesmo ano a realização de uma exposição paralela à oficial, chamada de Salão dos Recusados. Depois desse salão, vários artistas, entre eles Renoir, Degas, Cézanne, Monet e outros, passaram a organizar suas próprias exposições (1874 a 1886). Na primeira delas, um quadro de Claude Monet, Impressão: o Nascer do Sol, sugeriu ao crítico Louis Leroy o nome Impressionista para denominar esse gruo de artistas, com um certo tom de desprezo.
Não só Louis Leroy mas também muitos outros críticos de arte ‘atacavam” qualquer artista que não seguissem os padrões estabelecidos pela academia.

Impressão: o Nascer do Sol, Claude Monet https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/54/Claude_Monet%2C_Impression%2C_soleil_levant.jpg/800px-Claude_Monet%2C_Impression%2C_soleil_levant.jpg

O artista impressionista centrou-se sobretudo na paisagem e seu interesse voltou para a natureza dessa forma deu pouca importância aos temas sociais como havia feito Courbet no Realismo. Ao observar a natureza ao ar livre, o artista impressionista expressava sua relação pessoal com e captava em sua tela a primeira impressão percebida, a “sensação”. No Impressionismo não tinham contorno nítidos, pois as linhas de contorno não existem na natureza, são abstrações usadas pelo homem para representar imagens, as cores empregadas eram primarias (azul, vermelho e amarelo) e as secundarias (roxo, laranja e verde), todas elas aplicada na tela om pincel, espátula, com o dedo ou diretamente do tubo, não havendo assim uma mistura das tintas na paleta.
Ao olharmos uma obra impressionista de perto vemos apenas pinceladas separada que produzem a sensação de mancha sem contorno. Porém, se olhamos de longe, as pinceladas organizam-se em nossas retinas criando formas e luminosidades.

Pierre-Auguste Renoir, Le Moulin de la Galette
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/21/Pierre-Auguste_Renoir%2C_Le_Moulin_de_la_Galette.jpg/800px-Pierre-Auguste_Renoir%2C_Le_Moulin_de_la_Galette.jpg

Outro famoso artista impressionista Pierre-Auguste Renoir costuma ser chamado de "o pintor da vida". Ainda que nunca tivéssemos visto um quadro seu sequer, essa bela maneira de se referir a ele seria um forte chamariz para a obra deste homem, tido como uma pessoa alegre e carismática em vida, sempre rodeada de amigos.
No caso de Renoir, que até gostava de pintar paisagens mas tinha clara preferência por retratar pessoas (fossem retratos de conhecidos ou de cidadãos anônimos), o mundo era composto por ruas reluzentes, muita luz e vida cotidiana, seus quadros manifestam otimismo, alegria e a intensa movimentação da vida parisiense do fim do século XIX. Estes eram os temas preferidos em sua obra.


Fonte:

http://mestres.folha.com.br/pintores/16/


CALABRIA, Carla Paula Brondi. Arte, História e Produção 2. São Paulo. FTD, 1997.   

quarta-feira, 22 de março de 2017

Idade Média - ESTILO ROMÂNICO



Este estilo prevaleceu na Europa no período da Alta Idade Média (entre os séculos XI e XIII).

Arquitetura
Fundamentalmente religiosa, pois somente a Igreja cristã e as ordens religiosas possuíam fundos suficientes ou pelo menos a organização eficiente para arrecadá-los e financiar o erguimento de capelas, de igrejas e de mosteiros.
Na arquitetura, principalmente de mosteiros e basílicas, prevaleceu o uso dos arcos de volta-perfeita e abóbadas (influências da arte romana). Os castelos seguiram um estilo voltado para o aspecto de defesa. As paredes eram grossas, quase sem reboco, e existiam poucas e pequenas janelas deixando seus interiores geralmente sombrios. Tanto as igrejas como os castelos passavam uma idéia de construções “pesadas”, voltadas para a defesa. Daí serem chamadas: fortalezas de Deus. As igrejas deveriam ser fortes e resistentes para barrarem a entrada das “forças do mal”, enquanto os castelos deveriam proteger as pessoas dos ataques inimigos durante as guerras.
No final dos séculos XI e XII, na Europa, surge a arte românica cuja estrutura era semelhante às construções dos antigos romanos.
As características mais significativas da arquitetura românica são:

-      Abóbadas em substituição ao telhado das basílicas;
-      Pilares maciços que sustentavam as paredes espessas;
-      Aberturas raras e estreitas usadas como janelas;
-      Torres, que aparecem no cruzamento das naves ou na fachada; e
-      Arcos que são formados por 180 graus.

A mais famosa é a Catedral de Pisa sendo o edifício mais conhecido do seu conjunto o campanário que começou a ser construído em 1.174. Trata-se da Torre de Pisa que se inclinou porque, com o passar do tempo, o terreno cedeu.
Na Itália, diferente do resto da Europa, não apresenta formas pesadas, duras e primitivas.

Catedral de Pisa


Escultura
Subordinada a a arquitetura e a religião . são esculpidos relevos e estatuas colunas para ornamentar as paredes que não se limitando apenas ao interior, aparecem também nas fachadas das construções românicas. Seus relevos mostram cenas do antigo e novo testamento. O juízo final, figuras de animais fantasiosos e demônios (que representam as tormentas a que os pecadores, após a morte, seriam submetidos).
Tanto a escultura como a pintura românica retratavam temas religiosos, pois, numa época em que havia pouquíssimos letrados, a igreja recorria à arte para transmitir os ensinamentos religiosos.

Pórtico da Basílica de San
 Zenno Maggiore



Pintura
Parte da pintura românica é desenvolvida sob a forma de murais, pois as construções apresentavam paredes com poucas e pequenas janelas que possibilitavam grandes superfícies para serem trabalhadas. Geralmente utilizava-se a técnica de afresco, ou seja, pintura feita sobre uma parede com o reboco inda fresco. Daí o nome afresco.
Uma das principais características da pintura românica é a deformação. O artista interpretava de modo místico a realidade e retratava seus sentimentos religiosos nas figuras de forma desproporcional. Por exemplo, Cristo sempre era pintado em tamanho maior do que as outras figuras próximas a ele, seus braços e mãos tinham proporções exagerados para acentuar o gesto de abençoar, seus olhos eram arregalados, simbolizando, assim, uma intensa espiritualidade.

Cristo em Majestade
As cores na pintura românica eram vivas e planas e os perfis eram bem marcados.
A pintura também aparece nos manuscritos sob a forma de Iluminuras, ou seja, ilustrações de textos com cores vivas, ornamentadas com ouro e prata.
As Iluminuras podem ser letras iniciais do texto, folhagens e flores colocadas nas margens de textos, figuras ou cenas.

Iluminura



CALABRIA, Carla Paula Brondi. Arte, História e Produção 2. São Paulo. FTD, 1997.   

segunda-feira, 20 de março de 2017

Os primeiros templos da arte cristã e bizantina

A arte cristã é dividida em dois períodos: o primeiro quando o povo cristão era perseguido pelos romanos, e o segundo, quando o Cristianismo tornou-se religião  oficial do Império Romano, em 391.

O Bom Pastor – Catacumba de Priscila(Roma)

A arte no primeiro período ´pouco elaborada. Feita por fiéis, constitui-se basicamente em pinturas feitas nas paredes e tetos das catacumbas (cemitérios subterrâneos que também serviam de esconderijos), tendo primeiramente como tema o Bom Pastor (Jesus  Cristo), o peixe e o pão ( símbolo cristãos), cristãos louvando a Deus e cenas do antigo testamento, como Jonas engolido pelo peixe e Daniel na cova dos leões.
Símbolos Cristãos: o peixe e o pão. 

No segundo período, quando o Cristianismo passa a ser religião oficial do Império Romano, a arte cristã deixa seu esconderijo nas catacumbas e ganha maior destaque. São construídos mausoléus e templos decorados com mosaicos e pinturas que continuam utilizando como tema as histórias do Antigo e Novo Testamento, agora realizada por artistas habilidosos, o que aumenta a qualidade artística das obras. Os sarcófagos para os fiéis mais ricos eram decorados com relevos.
Em uma das cidades mais cristianizadas do Império Romano, na chamada Bizâncio, que posteriormente passou a se chamar Constantinopla ao torna-se capital do Império Romano do Oriente, surge um estilo artístico chamado bizantino, que mistura característica das arte clássica greco-romana e cristã e que se desenvolverá por toda a Idade Média.
Uma das maiores contribuições da arte bizantina foi sem dúvida a arquitetura das igrejas.  Construía-se sobre uma base circular, octogonal ou quadrada imensas cúpulas, criando-se prédios enormes e espaços decorados com ouro, pinturas e mosaicos.
A catedral de Santa Sofia é sem dúvida um dos melhores exemplos da arte bizantina realizadas pelos arquitetos Antênio de Tralles e Isidoro de Mileto. Ela possuía uma cúpula de 55 metros de altura, apresenta pinturas nas paredes, colunas como capitel ricamente decorado, mosaicos e chão de mármore.
Catedral de Santa Sofia 


No mosaico as figuras humanas são imponentes e possuem olhos muito grandes. Outra característica dos mosaicos e pinturas bizantinas são as auréolas colocadas sobre as figuras. Elas servem para indicar os personagens sagrados (santos, apóstolos e Cristo) ou o Imperador (considerado representante de Deus). 
Imperador Justiniano e seus subordinados - Igreja de São Vital, Ravena.


CALABRIA, Carla Paula Brondi. Arte, História e Produção 2. São Paulo. FTD, 1997.   

domingo, 27 de novembro de 2016

Cidadania: As ideias de liberdade e igualdade

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Thomas Hobbes (1588-1679)

Leviatã é o livro mais famoso de Thomas Hobbes.
u  Ser humano naturalmente iguais, e para controlar excesso de liberdade, que lutam uns contra outros na defesa de interesses individuais.
u  Contrato (acordo) – para evitar a autodestruição todos os membros da sociedade devem renunciar à liberdade e dar ao estado o direito de agir.

John Locke (1632-1704)

u  Livro: dois tratados sobre o governo.
u  Homens livres e iguais (com propriedades)
u  Formar um pacto.
u  Estabelecer uma sociedade política.

Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)

u  Livro – Contrato Social
u  Igualdade só tem sentido baseada na liberdade.
u  Igualdade Jurídica – “todos devem ser iguais perante a lei”.

Europa XVIII - Igualdade perante a lei?

u  Criava –se um direito igual para desiguais.
u  Não nasciam iguais e livres.
u  Mas teriam os mesmos direitos perante a lei.
u  Leis de igualdade feita por quem dominava a sociedade.

http://onebase.com.br/noticia/nova-andradina/35,232484,lei-visa-instituir-pol%C3%ADtica-para-promo%C3%A7%C3%A3o-da-igualdade-racial-e-da-cidadania


Igualdade

u  Ameaça aos privilégios sociais aa burguesia e aristocracia,
u  Discutia-se a liberdade podem conviver ou se eram uma antítese insuperável.

A sociedade capitalista

u  Funciona e se desenvolve movida pela desigualdade
u  A liberdade foi apregoada coloco o maior valor
u  Deixando a igualdade de lado.
http://liberdadeecidadania.blogspot.com.br/2011/03/despertar-o-pais-sim-mas-como-antes-do.html













Karl Marx (1818 -1883)

u  O trabalhador como membro de uma classe, não se identifica como cidadão.
u  A ideia de cidadania passaria pela luta de classes. (Interesses diferentes entre as classes sociais).
u  Luta contra os privilégios de uma classe social representando a elite capitalista.

Émile Durkheim (1858-1917)

u  Cidadania vinculada a ideia de coesão social,
u  Estabelece uma base na solidariedade orgânica,
u  Gerada pela divisão do trabalho e se expressa no direito civil.
u  O indivíduo desempenha diferentes funções integrado numa sociedade que se apresenta como organismo estruturado.
u  Seu papel como cidadão é cumprir suas obrigações
u  Desenvolver uma pratica social que vise a integração.
u  Levando em conta as leis e a moral o indivíduo desenvolve plenamente sua cidadania.


http://rubenval.blogspot.com.br/2013/11/igualdade-vs-equidade.html



TOMAZI, Nelson Dacio. Sociologia para o ensino médio. Volume Único. 3. ed. São Paulo. Saraiva, 2013.

sábado, 19 de novembro de 2016

Apresentação do Grupo de dança Maracatu Atômico.


Semeando o protagonismo

Apresentação do Grupo de dança Alunos do EREMT – 1º ano B
Com a participação especial de Wellington Teixeira.
Organizado pela professora Eneide Pedrosa e colaboração de  Wellington Teixeira e Arxilen Xavier estudantes de Licenciatura em Dança UFPE.
Música: Maracatu Atômico.









Maracatu Atômico
Manamaê ô
Manamaê ô
Manamaê ô
Manamaê ô
Atrás do arranha-céu tem
o céu, tem o céu
E depois tem outro céu sem
estrelas
Em cima do guarda-chuva tem
a chuva, tem a chuva
Que tem gotas tão lindas que
até dá vontade de
Comê-las
Manamaê ô
Manamaê ô
Manamaê ô
Manamaê ô
No meio da couve-flor tem
a flor, tem a flor
Que além de ser uma flor tem
sabor
Dentro do porta-luvas tem a luva,
tem a luva
Que alguém de unhas negras
e tão afiadas
Esqueceu de por
Manamaê ô
Manamaê ô
Manamaê ô
Manamaê ô
Aaaaé
Maracatu atômico
Aaaaé
Maracatu atômico
No fundo do pára-raio tem
o raio, tem o raio
Que caiu da nuvem negra do
temporal
Todo quadro-negro é todo
negro é todo negro
Eu escrevo…